0303 - The Cave - Two Door Cinema Club [2011]

Mumfurd & Sons é uma de minhas bandas novas favoritas. O folk do quarteto inglês me pegou de jeito quando encontrei a versão "quase caipira" que fizeram para Cousins, do Vampire Weekend (não por acaso já publicada aqui). O álbum de estreia do grupo - e o único da discografia, até o próximo sair em setembro de 2012 - foi lançado em 2009 e conquistou fãs, principalmente, no Reino Unido, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Canadá.

Intitulado Sigh No More, o trabalho teve como carro-chefe a canção Little Lion Man. A música tema deste post tornou-se o terceiro single do álbum. The Cave não alcançou o sucesso estrondoso da música que lançou os britânicos, mas ganhou espaço entre os ouvintes de emissoras de rock e música alternativa. A letra, por si só, tem o tom de esperança e positivismo que costuma marcar o gênero folk e as canções do Mumford & Sons.

"But I will hold on hope" (Mas eu me agarrarei na esperança)
"And I won't let you choke" (E não deixarei você se sufocar)
"On the noose around your neck" (No laço em seu pescoço)
"And I'll find strength in pain" (E encontrarei força na dor)
"And I will change my ways" (E mudarei meus caminhos)
"I'll know my name as it's called again." (Saberei meu nome quando ele for chamado novamente.)


Conhecido por levar ao público covers boas e inusitadas feitas por artistas do momento, o programa Live Lounge, da BBC Radio 1, raramente decepciona. Em uma edição que foi ao ar em 2011, o trio britânico  de rock alternativo Two Door Cinema Club (nome comprido!) tocou The Cave e, como era de se esperar, fez bonito. Formado em 2007 na Irlanda do Norte, o grupo se apresentou no Brasil no início de 2011 - quando o quarteto nova-iorquino Vampire Weekend também veio. Coincidentemente, Mumford & Sons fez aquela cover maravilhosa de Cousins no Live Lounge. Imagine ver as três bandas num mesmo festival tocando música da outra!

O Two Door Cinema Club deixou a pegadinha folk de lado - portanto, sem banjo e cello - e apostou em riffs rápidos de guitarra, adaptando a música ao seu estilo e número de integrantes. Destaque para a linha de baixo, que ficou mais forte e audível. E embora eu tenha sentido falta do vocal de Marcus Mumford, Alex Trimble se esforçou bem para cantá-la. 


Anômima

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