0373 - Womanizer - Lily Allen [2009]

Eu não sou um estudioso da carreira da popstar Britney Spears, e digamos que não consigo gostar de 95% das coisas que ela produz, mas aqui temos uma fatia dos outros 5% que é bem interessante: Womanizer. Gostei da definição da wikipedia brazuca:

"A música é composta na tonalidade de C#menor, com 139 batimentos por minuto. A progressão de acordes da canção é C#mF#mE-Eb-D. Liricamente, a canção se refere a um homem mulherengo. Tem sido sugerido que as letras se referem ao ex-marido de Spears, Keven Federline."

A canção foi lançada em 2008, como primeiro single do sexto álbum da carreira da cantora, Circus. O petardo ajudou Britney a (re)alavancar comercialmente sua carreira, principalmente nos EUA.

Eu não sei dizer exatamente o que me chama a atenção na música, mas só o fato de sair um pouco do óbvio dentro da "linha de série" que é produzida na subespécie de gênero de música pop que foi "parida" por Madonna lá em meados dos anos 80 já dá uma outra aura pro trabalho. Logo a seguir temos o videoclipe produzido pela moça na época, com direito a todos os elementos e clichês que fazem um suposto bom clipe de música pop:



Lily Allen anda toda serelepe ultimamente. Voltou a tuitar como nos velhos tempos, abandonou o nome de casada na rede social, e diz que voltará à ativa na música (com força total) ano que vem. Aguardemos.
Lá mesmo em 2008, com o bom faro que tem, a inglesinha arriscou uma versão cover de Womanizer que, na opinião deste modesto escriba, ficou muuuuito melhor que a original, e merece, por consequência, constar aqui no rol de top covers da nossa enciclopédia. Pra deixar registrado oficialmente no nosso banco de dados, prefiro a versão gravada ao vivo - mais gostosinha que a de estúdio - na JTV em 2009:


E aqui temos a versão de estúdio:


Com todo respeito à Britney Spears, alguns artistas conseguem dar uma passo a mais em relação a outros, e aqui temos um caso claro, transformando um bom trabalho em algo ainda mais interessante. Sai uma certa nuvem de vulgaridade histriônica e entra no lugar um feeling banhado em sarcasmo e ironia mais sutis. Pontos pra Lily.

Alexandre

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